Uma das maiores evidências de que uma igreja é, na verdade, uma seita religiosa é justamente a dificuldade de seus integrantes saírem para outra igreja em paz.
Tipicamente, seitas consideram os que se retiram delas para outras comunidades de fé como desviados, caídos e/ou apóstatas, gerando um controle através do medo da repressão do círculo social do indivíduo. Por isso, a saída de uma seita é quase sempre traumática.
“No amor não existe medo; antes, o perfeito amor lança fora o medo. Ora, o medo produz tormento; logo, aquele que teme não é aperfeiçoado no amor.” (I João 4:18)









